Chapada dos Veadeiros (GO) tem acesso cobrado

Desde 25 de junho é preciso comprar ingresso para entrar no Parque Nacional
30 de Junho de 2019

Salto do Rio Preto 1 tem 120 metros Salto do Rio Preto 1 tem 120 metros (foto: Silvio Quirino - Goiás Turismo)

Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Alto Paraíso de Goiás (GO), uma das unidades de conservação mais visitadas do país, iniciou a cobrança de ingresso no dia 25 de junho.

Agora, os brasileiros pagam R$ 17 pelo ingresso e os residentes do entorno R$ 3. Para o público estrangeiro, o valor é de R$ 34, menos para os visitantes dos países do Mercosul, que desembolsam R$ 26. Menores de 12 anos e maios de 60 têm acesso gratuito.

O pagamento faz parte do processo de concessão de serviços de visitação com a empresa Sociparque, ganhadora da licitação no ano passado.

De acordo com o Instituto Chico Mendes/ICMBio, os recursos arrecadados por meio de cobrança de ingresso serão geridos pela concessionária Sociparques e destinados a melhorias e implementação da operação no Parque. 

O investimento deve ser voltado para reforma do Centro de Visitantes e implantação de deques de observação, além de bilheteria, lanchonete e transporte interno por vias exclusivas para  todos os públicos, que visa melhorar a experiência das pessoas com mobilidade reduzida e garantir que todos tenham acesso aos atrativos do parque. Será possível fazer reserva antecipada de ingresso e as catracas farão melhor controle de quem deixa o parque, liberando a entrada de novos visitantes, dentro do limite de 750 pessoas por dia.

Encantos por todo ladoEncantos por todo lado (foto: Murilo)

Além disso, haverá a construção de um galpão rústico e banheiro seco na área de acampamento da Travessia das Sete Quedas, reforma do alojamento de brigadistas e voluntários e ainda implantação de banheiro e serviço de alimentação no atrativo Corredeiras.

Segundo o chefe do Parque, o estacionamento próximo à entrada da unidade de conservação é uma propriedade privada e há cobrança pelo serviço. Portanto, o Parque não se responsabiliza pelos valores cobrados, pelos veículos ou pertences no interior deles.

Concessão não é privatização
O ICMBio explica que a concessão não é privatização do parque. “As empresas ganham o direito de operar serviços de apoio a visitação por um determinado período de tempo e, em contrapartida, assumem compromisso de fazer investimentos nas unidades. 

Os serviços de gestão, conservação, proteção e pesquisa continuam sob o controle administrativo e territorial do governo, assim como o monitoramento do serviço concessionado”, informa uma nota do instituto. O objetivo é melhorar a qualidade dos serviços prestados aos visitantes das unidades de conservação. 



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