Limeira

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Conhecida pelas fazendas de café, que no século 19 eram sinônimo de glamour e riqueza, Limeira hoje tem a economia voltada para a exportação de sucos e de açúcar. A produção de bijuterias começa a dar os primeiros e atrai comerciantes das cidades vizinhas.

Fazenda Morro Azul exibe azulejos portugueses e ingleses, além de riachos, floresta de jequitibás e salas de banho

O período áureo terminou, mas boa parte das suntuosas construções continua de pé e pode ser visitada mediante agendamento prévio. Na Fazenda Citra, os cafezais deram lugar à produção de plantas frutíferas e ornamentais, além de noz e frutas cristalizadas. O passeio pelos viveiros termina sempre com um lanche, regado a sucos de frutas exóticas. 

Já na Morro Azul, o destaque é o requintado projeto arquitetônico. Em forma de palacete, exibe azulejos portugueses e ingleses na fachada. Do lado de fora, chamam a atenção os riachos, a floresta de jequitibás e as salas de banho, conhecidas como Ruínas das Termas do Imperador.

A lavoura de café ainda continua firme e forte desde 1870 na Fazenda Quilombo. No período da colheita, entre os meses de maio e setembro, todo processo de secagem e preparo nos moldes do século 19 pode ser observado. Na Fazenda Santa Gertrudes, de 1854, também há muita coisa original para se ver. Entre elas estão carpintaria, ferraria, selaria, tulha de café, armazéns, aquedutos, igreja, mirantes e usina a vapor. As relíquias estão espalhadas por uma área de 22 mil metros quadrados de construção, assinadas pelo bom gosto de um arquiteto francês.
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