Bom Jardim (MT)

José Medeiros

A vila é um distrito do município de Nobres, a 150 km da capital. Por lá, boa parte das atrações está debaixo d´água e são apreciadas através das flutuações nas águas cristalinas do Aquário Encantado, do Reino Encantado, da cachoeira Serra Azul e do rio Triste, todos repletos de piraputangas e dourados - no Triste tem até arraia! Ainda na água tem bóia-cross no duto do Quebó, uma caverna de 228 metros de extensão e 10 metros de altura. Em terra firme, a atração é a Lagoa das Araras, ponto de encontro de aves e de turistas. Ao pôr do sol, araras azuis, papagaios, maritacas, periquitos, garças, biguás... voltam para seus ninhos, feitos nos buritis que se espalham pela lagoa. Já os turistas chegam para apreciar tamanho espetáculo em um cenário encantador.

Goiás (GO)

Goiás Turismo

Antiga capital do Estado, a pequena cidade preserva a arquitetura colonial que se espalha por ruelas calçadas em pedra, além de seus costumes. Entre eles estão a religiosidade e os doces caseiros. Cortada pelo rio Vermelho e cercada de colinas, a cidade é repleta de detalhes, tão bem retratados pela poetisa Cora Coralina. A casa de Cora, aliás, é um dos cenários mais visitados. Lá estão seus pertences e sua essência, através de seus livros e fotos. A poetisa deixou ainda outro legado: doceira de mão cheia, passou suas receitas para as quituteiras locais, que capricham nas delícias! Para queimar as calorias, a dica é bater perna pelo Centro Histórico e pelo Parque Estadual da Serra Dourada, repleto de belas formações rochosas.

Ilha de Boipeba (BA)

Gabriel Carvalho/Setur BA

O acesso difícil e as ruas de terra onde é proibido o tráfego de automóveis garantiram à vila de pescadores - vizinha de Morro de São Paulo - o charme rústico contornado por praias paradisíacas de areias brancas e vastos coqueirais. Por iniciativa dos nativos, a ilha foi transformada em Área de Proteção Ambiental. Resultado: cenários desertos o ano inteiro. Feita para ser desfrutada durante o dia, Boipeba é banhada por vinte quilômetros de mar azulzinho. Para conhecer cada recanto, só caminhando ou fazendo passeios de barco rumo às piscinas naturais de Moreré, em pleno alto-mar; ou aos naufrágios na Ponta de Castelhanos. Quesitos como compras e noitada não fazem parte da programação. Foram trocados pelo espetacular pôr do sol e pela contemplação do céu cheio de estrelas.

Alter do Chão (PA)

Jean Barbosa/Paratur

Não foi por acaso que Alter do Chão, uma vila de pescadores, ganhou o apelido de Caribe Amazônico. A praia, que se forma no período de vazante do rio Tapajós, em plena selva, tem água doce azul-turquesa e areias branquinhas. Os barcos de madeira e as barracas cobertas de sapê conferem à paisagem a rusticidade típica do Norte do país. Durante o dia, o programa é relaxar e apreciar as delícias da culinária local. Ao entardecer, a dica é embarcar nas canoas dos nativos e atravessar o rio em busca do melhor ângulo para apreciar o pôr do sol.

Chapada das Mesas (MA)

Governo do Maranhão

A cidade de Carolina é o ponto de partida para a aventura em meio a cenários surpreendentes e estradas de terra. A partir da cidadezinha se chega a cachoeiras e formações rochosas que parecem feitas a mão em meio a cenários que mesclam sertão, bosques de buritizais, quedas cânions, cerrado. Um dos cartões-postais é o Santuário da Pedra Caída, um "complexo" com três quedas d'água, sendo que a principal despenca de uma altura de 46 metros. A emoção fica por conta da caminhada por dentro de um cânion de 300 metros para apreciar e mergulhar no poço que se forma lá embaixo. Para curtir o pôr do sol, siga para o Portal da Chapada, onde uma abertura na rocha, de frente para o Morro do Chapéu, é perfeita para fotos.

Cabaceiras (PB)

Antonio David/PBTUR

Cenário de diversos filmes nacionais como O Auto da Compadecida, a desconhecida cidadezinha no semiárido paraibano atingiu o estrelato nos anos 2000. O título de "Roliúde Nordestina", com direito a letreiro na entrada da cidade ao melhor estilo hollywoodiano, cai como uma luva! Além de curtir seus monumentos históricos como a igreja de Nossa Senhora da Conceição e a Cadeia Pública, vale visitar o cartão-postal da região: o Lajedo do Pai Mateus, um conjunto de belas formações rochosas de onde se avista um pôr do sol espetacular.

Jalapão (TO)

Thiago Sá/Adtur

Pouco conhecido e selvagem, o Parque Estadual do Jalapão é afastado e de difícil acesso. No cenário, quase sempre envolto por estradas de muita terra, porém, estão recompensas como cachoeiras imensas, poços de águas verde-esmeralda e dunas gigantescas. E é do alto dos montes de areia de cor laranja que os aventureiros se despedem do dia, conferindo toda a grandiosidade do cerrado brasileiro. No roteiro, algumas atividades são imperdíveis como o banho na cachoeira da Velha, com 20 metros de queda e cem metros de largura, com direito a prainha de águas calmas e areias finas; e a canoagem nas corredeiras do rio Novo.

Lavras Novas (MG)

Ronaldo Pessoa

A apenas 130 quilômetros da capital mineira, a vila - que é um distrito de Ouro Preto - tem se tornado um dos refúgios preferidos dos belo-horizontinos. A mais de 1.500 metros de altitude, Lavras Novas encanta pelas paisagens contornadas por serras e cachoeiras. Pousadinhas, restaurantes e bares com música ao vivo se espalham pelos coloridos becos e vielas, preservando a arquitetura colonial. Durante o dia, o programa é caminhar pelas trilhas que cortam a região. Quedas d´água surgem ao longo do percurso e convidam a refrescantes banhos. No fim da tarde, a dica é a Serra do Trovão, com vista panorâmica e um pôr do sol espetacular. Para repor as energias, prove delícias como o pastel de angu.

Corumbau (BA)

Joao Ramos/Bahiatursa

Mesmo estando entre Prado e Porto Seguro, a tranquilidade reina absoluta na vila o ano todo. "Culpa" do acesso: só se chega por barco ou por uma estrada de terra. Graças à dificuldade, os 15 quilômetros de praias de areias brancas, mar em tons esverdeados e emolduradas por coqueiros estão completamente preservados. Uma das atividades é mergulhar no recife de Itacolomi. Os barcos levam cerca de meia hora até ao local, repleto de piscinas naturais cheias de peixes e tartarugas. Inclua no roteiro uma visita à aldeia de Barra Velha, a seis quilômetros. Índios pataxós recebem os visitantes, que encontram uma infinidade de artesanato.

São Miguel das Missões (RS)

Fernando Gomes/Setur São Miguel

Um dos mais importantes monumentos do país, as ruínas de São Miguel pertencem, na verdade, ao mundo. Tombadas pela Unesco, ficam quase na fronteira com a Argentina e foram heranças das missões jesuítas no século 17. Bem preservada, São Miguel exibe todos os dias o belo espetáculo Som e Luz narrando a história do lugar, erguido pelas mãos dos índios guaranis. Com uma monumental fachada de 30 metros de altura, a catedral - ou o que restou dela - impressiona com suas arcadas de inspiração romana e colunas coríntias.

Monte Roraima (RR)

Jorge Macedo

A 2.875 metros de altitude na tríplice fronteira entre Brasil, Guiana e Venezuela, o monte impressiona pelas formas esculpidas nas rochas e paredões. Resultado da ação dos ventos em meio às savanas Amazônicas. Completam a paisagem os rios, as cachoeiras, as esculturas em cristal e as mais de 400 espécies de bromélias, que há séculos povoam a imaginação de aventureiros, biólogos, antropólogos e místicos dispostos a tudo para escalar o paredão de pedra e chegar a seu platô. Desafios e obstáculos, claro, marcam a chegada ao Monte Roraima: são rios, rochas e ventos de até 100 km/h, além de uma variação de temperatura entre 5 e 35 graus. Agências de turismo de aventura organizam trekkings de seis a oito dias pela região, com camping selvagem.

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