Janela do Céu - Ibitipoca (MG)

Escondida no Parque Estadual do Ibitipoca, a queda abrupta é um dos mais belos cartões-postais da região, formando, como o nome diz, uma janela emoldurada pela natureza. O acesso não é dos mais fáceis, mas vale a pena: a trilha é de subida forte, com duração entre duas e três horas, passando por grutas e pelo ponto culminante da reserva, o Pico da Lombada (1.784m). Para repor as energias ao longo da caminhada, reforce a mochila com o delicioso pão de canela de dona Maria, vendido na casa da própria, no lado esquerdo da estrada para o parque.

Fumaça - Chapada Diamantina (BA)

Uma das atrações mais procuradas da Chapada Diamantina, a gigantesca cachoeira da Fumaça tem 340 metros de queda. Por conta da altura, a fina cortina de água que despenca no paredão vai se desmanchando, e dificilmente tem volume de água suficiente para tocar o solo. O percurso, feito em terreno íngreme e cheio de pedras, soma seis quilômetros em meio ao belo Vale do Capão. Uma vez por lá, arraste-se até uma pedra na beira do precipício, bote a cabeça para fora e aprecie a cachoeira por cima. Ou, sente-se num cantinho e simplesmente contemple o desenho incrível do cânion.

Buracão - Chapada da Diamantina (BA)

Menos badalada que a Fumaça mas tão linda quanto é a cachoeira do Buracão, na cidadezinha de Ibicoara. São 80 metros de queda d'água e muita emoção, que começa muito antes de se chegar a ela. A trilha fácil dura cerca de uma hora e descortina outras quedas e riachos. A poucos metros do Buracão, é preciso colocar um colete salva-vidas e nadar contra a correnteza em meio aos cânions por cerca de 100 metros. Ao fim da travessia, o cenário impressiona: um buraco no meio da rocha e a queda que forma uma enorme piscina.

Véu da Noiva - Chapada dos Guimarães (MT)

As boas vindas à cachoeira são dadas pelas araras, que fazem sobrevoos no mirante que descortina a queda de 86 metros. O fiozinho de água desce por um paredão de arenito e forma um enorme poço. Não é possível chegar à base do Véu da Noiva - um acidente em 2008 interditou a trilha de acesso e também proibiu os mergulhos. Protegida dentro do Parque Nacional, a cachoeira divide as atenções com gigantescas grutas, além de uma profusão de paredões de pedra alaranjados e belos rios.

Salto do Rio Preto - Chapada dos Veadeiros (GO)

Para conhecer o Salto do Rio Preto, de 120 metros, é preciso caminhar. São cinco quilômetros de trilha até chegar à queda, considerada uma das mais bonitas do Parque Nacional. Aproveite para conhecer a cachoeira do Garimpão (80m) que fica no mesmo caminho e tem poços para banho. Outras trilhas levam a belos cenários como o Cânion 2 e a cachoeira das Cariocas. Fique atento às melhores épocas para curtir: no período de estiagem, de abril a setembro, o volume das cachoeiras diminui. Maio é a época mais florida e julho, a mais movimentada.

Boca da Onça - Bonito (MS)

A cachoeira mais alta do estado do Mato Grosso do Sul exibe 157 metros de queda. Escondida em uma fazenda no município de Bodoquena, a 65 km de Bonito, é acessível por trilha de quatro quilômetros - três horas de caminhada. Até chegar à Boca da Onça, passa-se por outras 10 cachoeiras! E ainda tem mais: rapel sobre o vale do Rio Miranda, com descida de 90 metros. O retorno é por uma escadaria de 886 degraus, alongue as panturrilhas!

Caracol - Canela (RS)

Com 131 metros, a Cascata do Caracol é um dos principais cartões-postais de Canela e da Serra Gaúcha. E ela pode ser apreciada através de mirantes, além de um elevador panorâmico e de teleféricos, que descortinam vista de 360 graus do parque do Caracol. Todos são perfeitos para tirar fotos. Mas para ver a cachoeira de pertinho é preciso encarar uma escada íngreme com 730 degraus, em uma caminhada de aproximadamente 40 minutos. Prepare-se!

Santo Izidro - Bocaina (SP)

Uma caminhada de um quilômetro e meio leva à Santo Izidro, a queda mais próxima da entrada do Parque Nacional da Serra da Bocaina. Nadar no poço raso e tomar sol na prainha que se forma do lado direito da queda são as atrações que garantem o relax. Como falta sinalização, é melhor contratar um guia. E caso tenha pique (muito pique), estenda a viagem até à cachoeira do Veado, parada obrigatória para quem encara os 53 quilômetros da Trilha do Ouro.

Salto do Itiquira - Formosa (GO)

De segunda a sexta-feira, pecuaristas e agricultores movimentam o centro e o comércio da cidade. No fim de semana, Formosa recebe turistas para conhecer o Salto do Itiquira, no parque de mesmo nome, com 168 metros de altura - a água cai tão forte que causa a impressão de uma chuva constante a seu redor. No meio da trilha - de 1,5 km - há poços para apreciar e caminhos que levam a piscinas naturais para nadar.

Santa Bárbara - Águas de Santa Bárbara - (MG)

Ao chegar à vila de Santa Bárbara, no município de Augusto de Lima, o visitante se depara com uma cancela bem no meio da rua que a separa do mundo exterior. Logo à frente um enorme gramado com árvores e bancos fronteiam casinhas rústicas. É seguindo esse cenário que se chega à belíssima cachoeira de Santa Bárbara, com um desnível de 180 metros e um tobogã natural que garante a diversão de famílias durante um dia inteiro. Para quem prefere tomar banho de sol, a dica é a cachoeira do Telésforo, que deságua num rio largo cercado por uma praia de areias brancas e finas.

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