Santa Cruz Cabrália (BA)

Cenário da primeira missa rezada no Brasil, em 1500, a vizinha de Porto Seguro ainda preserva paisagens típicas de quando os portugueses aportaram por aqui. São praias de águas cristalinas e quase desertas na baixa estação, emolduradas por recifes e vegetação de mata Atlântica. Para ver tudo do alto, siga para a Cidade Histórica, uma praça onde estão construções dos séculos 17 e 18 e um mirante que descortina toda a beleza natural de seus arredores - a mesma que arrebatou nossos descobridores!

Alcântara (MA)

A "cidade que parou no tempo" merece uma visita de um dia para quem está em São Luís. O local, que já foi um dos mais ricos do Maranhão entre os séculos 18 e 19, guarda vestígios que podem ser vistos nos sobrados coloniais cobertos por azulejos portugueses e nas ruínas do mercado de escravos. Na Praça do Pelourinho ficam as ruínas da Matriz de São Matias e o Museu Histórico, belos exemplares da arquitetura de época. Perto da igreja do Carmo observa-se os restos de dois palacetes construídos por aristocratas rivais para receber Dom Pedro II - mas o imperador nunca chegou a passar por ali...

Penedo (AL)

O primeiro povoado de Alagoas é uma das cidadezinhas mais belas do estado. Fundada no século 16, às margens do rio São Francisco, Penedo guarda um preservado centro histórico tomado por museus e igrejas barrocas dos séculos 17 e 18. Andando pelas ruas de paralelepípedo, circule pelo Convento de São Francisco, igrejas de Santa Maria dos Anjos e de Nossa Senhora da Corrente - com azulejos portugueses policromados -, Teatro Sete de Setembro e Museu do Paço Imperial. Para fechar, faça um passeio de barco até à foz do Velho Chico, com dunas douradas, coqueiros... imperdível!

Laranjeiras (SE)

Um verdadeiro tesouro arquitetônico colonial, com direito a belo artesanato típico e manifestações folclóricas, está escondido a 30km de Aracaju. Laranjeiras é visitada por turistas em passeios de um dia que chegam para conferir as igrejas construídas durante a passagem dos jesuítas- em cada colina tem uma! Entre elas, Capela do Bom Jesus dos Navegantes, Igreja do Bonfim - no ponto mais alto da cidade; Matriz do Sagrado Coração de Jesus e a igreja Presbiteriana, em estilo neogótico. Encerre os trabalhos no museu Afro-Brasileiro, que funciona em um sobrado do século 19.

São Miguel das Missões (RS)

Um dos mais importantes monumentos do país, as ruínas de São Miguel pertencem, na verdade, ao mundo. Tombadas pela Unesco, ficam quase na fronteira com a Argentina e foram heranças das missões jesuítas no século 17. Bem preservada, São Miguel exibe todos os dias o belo espetáculo Som e Luz narrando a história do lugar, erguido pelas mãos dos índios guaranis. Com uma monumental fachada de 30 metros de altura, a catedral - ou o que restou dela - impressiona com suas arcadas de inspiração romana e colunas coríntias.

Cananeia (SP)

A cidadezinha está entre as mais antigas do Brasil - os portugueses chegaram em 1502 - e guarda belos exemplares da época como a igreja de São João Batista e o colorido centro histórico, com construções do século 17. O casario espalha-se pela Rua do Fogo, assim batizada por ter sido iluminada por lampiões. Cananeia conquista os visitantes também pelo estômago: a extração de ostras é intensa e os visitantes podem comprá-las fresquinhas - os preços são afrodisíacos! Programa obrigatório na área é passear de barco em direção às ilhas Comprida e do Cardoso.

Jaboatão dos Guararapes (PE)

A apenas 14 km da capital, a cidade foi cenário das principais batalhas contra os invasores holandeses no século 17. Hoje, a fama é por conta das belas praias que se espalham por oito quilômetros de orla, entre Recife e Cabo de Santo Agostinho. Além de curtir as paisagens, visite os Montes Guararapes, local das lutas históricas. Lá está uma das mais belas igrejas de Pernambuco, a de Nossa Senhora dos Prazeres, construída em 1565, com fachada revestida em azulejo. Encantadora!

Tiradentes (MG)

Ladeiras calçadas em pedras pés-de-moleque levam aos mais bucólicos cenários da cidadezinha como a Matriz de Santo Antônio, emoldurada pela Serra de São José, além de chafarizes e capelas. Se caminhar não é a sua praia, vale fazer um passeio de charrete pelos cartões-postais - os "veículos" partem do agitado Largo das Forras. A pé ou de carona, tome sempre o rumo das muitas lojinhas de artesanato e dos restaurantes, que servem o melhor da culinária mineira!

Paraty (RJ)

À primeira vista parece que o tempo parou na cidadezinha espremida entre a serra e o mar e que teve seu apogeu no Ciclo do Ouro. No Centro Histórico, a moldura é formada por casarões coloniais, igrejas dos séculos 18 e 19 e ruas calçadas em pedras pés-de-moleque onde os automóveis são proibidos. Mas basta circular pelas ruelas para conferir o charme de seus cafés, restaurantes e lojinhas! Para quem não quer saber de caminhadas, barcos partem do cais todos os dias para passeios pela baía e suas ilhas.

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